Cresce o sentimento de insegurança entre as pessoas que utilizam a Ponte D. Pedro II

Comandante da Polícia Militar admite dificuldades no patrulhamento da área e alerta transeuntes quanto aos cuidados que devem ser tomados.

                   Evelin Querino

De acordo com o tenente e comandante do segundo pelotão da 27ª companhia da Polícia Militar, com sede em Cruz das Almas e atuante em Cachoeira, Augusto dos Santos, as pessoas que sofrem assaltos ao longo da Ponte D. Pedro II, na maioria da vezes estão se comunicando através de celulares ou fazendo algum tipo de exposição de objetos cobiçados pelos assaltantes, principalmente nos horários noturnos. O tenente  identifica nas vítimas posturas inadequadas que facilitam as ações dos criminosos.

Um outro aspecto apontado pelo tenente que contribui para que os assaltos continuem é a iluminação precária no local, além da carência no número de policiais para fazer uma vigilância mais efetiva na ponte. Argumenta, entretanto, que quando acontecem ocorrências existe um monitoramento com rondas mais constantes, porém não é possível ficar todo o tempo no mesmo local.

A prefeitura disponibilizou dois guardas de trânsito que ficam na ponte, e acabam contribuindo para intimidar os assaltantes. Mas, se houvesse um aumento da jornada de trabalho desses profissionais e uma iluminação correta no local, possivelmente aconteceria uma diminuição nos assaltos e consequentemente aumentaria a segurança na passagem dos pedestres.

Segundo a estudante universitária Érica Cristina, passar sobre a ponte é constrangedor independentemente de horários. A despeito da presença dos guardas de trânsitos, no local, ela reclama da falta de iluminação e deixa explicito que ainda se sente muito ameaçada.

FOTO DA CAPA: Evelin Querino

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